Ação faz parte da operação “Red Flag II”, que mira integrantes de organização criminosa na região
Uma operação conjunta entre a Polícia Militar e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) de Piracicaba resultou na prisão de um homem procurado pela Justiça na manhã desta quarta-feira (6), em Paulínia.
A ação ocorreu por volta das 5h40, em uma residência localizada na Avenida Fausto Pietrobom, no Condomínio Fontanário. O objetivo foi o cumprimento de mandado de busca e apreensão, além de prisão.
De acordo com a PM, a equipe foi recebida pela moradora do imóvel, que autorizou a entrada dos agentes, sem necessidade de uso de força. No local, estavam o investigado, de 46 anos, e sua esposa, de 48 anos. Ambos foram informados sobre o teor do mandado, que foi lido por um promotor do GAECO presente na operação.
Durante a busca pessoal, nada de ilícito foi encontrado com o casal. Já na vistoria da residência, os agentes localizaram dois aparelhos celulares, um Samsung Galaxy S23 e um Samsung Galaxy S22, que foram apreendidos.
Ainda segundo a polícia, o imóvel possui sistema de monitoramento por câmeras, e o equipamento de gravação permaneceu no local.
Os aparelhos apreendidos ficaram sob responsabilidade dos promotores do GAECO. O homem foi conduzido ao Distrito Policial de Paulínia, onde permaneceu preso. Não houve necessidade do uso de algemas. A ocorrência foi registrada e há registros audiovisuais da operação.
Nota oficial
Em nota, o Comando de Policiamento do Interior Nove (CPI-9) informou que a ação integra a operação “Red Flag II”, deflagrada em conjunto com o 10º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) e o Ministério Público, por meio do GAECO de Piracicaba.
A operação foi realizada simultaneamente nos municípios de Paulínia e Rio Claro, com foco no combate ao crime organizado. Ao todo, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão contra alvos investigados por envolvimento em organização criminosa.
Segundo a nota, os investigados têm ligação com o grupo conhecido como “Bonde do Magrelo”, com conexões com a facção Comando Vermelho (CV). As investigações apontam a atuação dos envolvidos em crimes graves, incluindo homicídios, além de participação na logística de armas e munições.


