Mais de 8,3 mil casos foram registrados em 2025; cidades como Paulínia e Cosmópolis estão no recorte regional monitorado pelo CEREST
O número de acidentes de trabalho na Região Metropolitana de Campinas (RMC) atingiu o maior patamar da série histórica em 2025, com mais de 8,3 mil notificações registradas ao longo do ano. Os dados são do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST) Regional de Campinas, responsável pelo monitoramento em nove municípios.
O levantamento inclui, além de Campinas, as cidades de Paulínia, Cosmópolis, Sumaré, Hortolândia, Monte Mor, Nova Odessa, Valinhos e Vinhedo, o que reforça o impacto regional do problema.
ALTA CONTÍNUA EM 2026
O cenário também preocupa neste ano. Somente no primeiro trimestre de 2026, já foram contabilizados 874 acidentes de trabalho na região, indicando que o número pode se manter elevado.
Especialistas apontam que os registros envolvem desde ocorrências leves até casos graves, incluindo afastamentos e riscos à integridade física dos trabalhadores.
PRESSÃO POR PREVENÇÃO E FISCALIZAÇÃO
Diante do crescimento contínuo, os dados acendem um alerta para empresas, trabalhadores e órgãos públicos sobre a necessidade de reforço em medidas de segurança, fiscalização e conscientização.
Entre os principais fatores associados aos acidentes estão a falta de equipamentos de proteção individual (EPIs), falhas em treinamentos, jornadas excessivas e condições inadequadas de trabalho.
IMPACTO REGIONAL
Embora os números sejam divulgados de forma consolidada, o crescimento afeta diretamente cidades da região, incluindo polos industriais importantes como Paulínia e municípios em expansão como Cosmópolis.
A tendência de alta reforça a importância de políticas públicas e ações preventivas para reduzir riscos e preservar a saúde dos trabalhadores.
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