Carteira de Identidade Nacional será adotada gradualmente em cadastros do INSS e programas sociais, com transição escalonada
O Governo Federal do Brasil ampliou para janeiro de 2027 o prazo para início da exigência da Carteira de Identidade Nacional, conhecida como novo RG, em novos cadastros de benefícios sociais e previdenciários. A medida busca integrar sistemas públicos e reforçar a identificação biométrica dos cidadãos.
Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, a mudança vale principalmente para novos requerimentos e atualizações cadastrais, com implantação progressiva nos sistemas federais.
A CIN utiliza o número do Cadastro de Pessoas Físicas como registro único nacional, substituindo o modelo antigo de RG emitido com diferentes números em cada estado. O objetivo é reduzir fraudes, duplicidades e facilitar o acesso a serviços públicos.
Para pessoas que já possuem biometria cadastrada em bases oficiais, como Carteira Nacional de Habilitação, passaporte ou título de eleitor biométrico, a adaptação poderá ocorrer em prazo maior, previsto em etapas futuras.
O governo também informou que aposentadorias, pensões e benefícios já ativos não serão suspensos automaticamente por falta do novo documento neste momento. A transição deverá ocorrer com comunicação prévia aos usuários.
A recomendação é que a população providencie a nova identidade gradualmente, evitando filas e correria próximo ao fim do prazo.
Como emitir
A emissão da CIN é feita pelos órgãos estaduais de identificação. Em São Paulo, o serviço pode ser solicitado por meio do Poupatempo, mediante agendamento.
Documento moderno
Além da versão física, a CIN também pode ser acessada em formato digital e conta com recursos de segurança, QR Code e integração nacional de dados.
Foto: Gov.br


