Ministério da Saúde reforça orientações sobre prevenção e sintomas
O Brasil tem registrado um aumento nos casos de mpox em 2026, o que acende um alerta para as autoridades de saúde e reforça a importância da informação e da vigilância epidemiológica. De acordo com dados do Ministério da Saúde, o país soma 88 casos confirmados neste ano, com registros em diferentes estados, especialmente na região Sudeste.
O crescimento das notificações nas últimas semanas indica uma tendência de alta em relação ao início do ano, embora a maioria dos pacientes apresente quadros leves e boa evolução clínica. Ainda assim, o avanço da doença exige atenção contínua das redes pública e privada de saúde.
O que é mpox
A mpox é uma doença viral infecciosa, causada pelo vírus Monkeypox, pertencente à mesma família da varíola humana. Apesar do nome, a enfermidade não tem relação direta com macacos. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões na pele, secreções corporais, crostas das feridas ou objetos contaminados, além do contato respiratório prolongado.
Sintomas
Os sintomas costumam surgir entre 6 e 16 dias após a exposição ao vírus e podem durar de duas a quatro semanas. Entre os sinais mais comuns estão febre, dor de cabeça, dores musculares, cansaço intenso e inchaço dos gânglios linfáticos. Um dos principais sinais da doença é o aparecimento de lesões na pele, que evoluem de manchas para bolhas e feridas.
Prevenção e cuidados
O Ministério da Saúde orienta que pessoas com sintomas procurem atendimento médico ao primeiro sinal da doença e evitem contato físico próximo até a confirmação do diagnóstico. Medidas como higiene frequente das mãos, não compartilhar objetos pessoais e o isolamento de casos suspeitos são fundamentais para conter a transmissão.
Especialistas destacam que, embora a mpox geralmente apresente evolução favorável, o aumento dos casos no país reforça a necessidade de atenção, informação correta e acompanhamento contínuo por parte da população e dos serviços de saúde.
Foto: Divulgação/internet


