Sumaré confirma primeiro caso de mpox em 2026Paciente de 37 anos apresentou boa resposta ao tratamento; Brasil soma 88 casos neste ano, segundo o Ministério da Saúde
A Prefeitura de Sumaré confirmou, nesta quarta-feira (25), o primeiro caso de mpox, anteriormente conhecida como varíola dos macacos — registrado no município em 2026. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal de Saúde, por meio da Vigilância Epidemiológica.
O paciente é um homem de 37 anos, morador da região da Área Cura, que recebeu atendimento no Hospital Ouro Verde, em Campinas. De acordo com a pasta, os primeiros sintomas surgiram no dia 1º de janeiro. Ele apresentou boa evolução clínica, respondeu adequadamente ao tratamento e já recebeu alta médica.
Segundo a superintendente de Vigilância em Saúde, Denise Barja, até o momento o município registrou duas notificações da doença neste ano, sendo uma confirmada e outra descartada após análise.
Dados atualizados do Ministério da Saúde indicam que o Brasil contabiliza 88 casos confirmados de mpox em 2026.
Rede preparada para atendimento
A Secretaria Municipal de Saúde informou que todas as unidades estão preparadas para atender a população e realizar o diagnóstico adequado. Em caso de sintomas suspeitos, a orientação é procurar a unidade de saúde mais próxima da residência.
Havendo necessidade de coleta de exames, o paciente será encaminhado ao Cresser (Centro de Referência em Saúde Sexual e Reprodutiva) para investigação e confirmação laboratorial.
O que é mpox e como ocorre a transmissão
A mpox é uma doença viral da mesma família da varíola. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com lesões de pele, fluidos corporais, gotículas respiratórias ou objetos contaminados.
Entre as principais medidas de prevenção estão:
- higienização frequente das mãos;
- evitar o compartilhamento de objetos de uso pessoal;
- manter distância de pessoas com suspeita ou diagnóstico confirmado da doença.
Sintomas
Os sintomas mais comuns incluem:
- febre;
- dor de cabeça;
- ínguas (inchaço dos gânglios linfáticos);
- lesões na pele, que podem surgir no rosto, mãos, pés, genitais e outras partes do corpo.
Na maioria dos casos, a doença evolui de forma leve. Pessoas com imunidade comprometida, no entanto, apresentam maior risco de complicações.
A Vigilância Epidemiológica reforça que o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico são fundamentais para evitar a transmissão e garantir a recuperação adequada do paciente.
Foto: Divulgação/internet


