As transações realizadas por meio do Pix podem ser analisadas pela Receita Federal durante o processo de fiscalização do Imposto de Renda. As instituições financeiras enviam ao Fisco informações sobre a movimentação bancária por meio do sistema e-Financeira, que são cruzadas com os dados declarados pelos contribuintes.
No entanto, especialistas ressaltam que não existe imposto sobre o Pix. O que pode gerar problemas é a inconsistência entre a renda declarada e a movimentação financeira. Transferências entre contas próprias, empréstimos, venda de bens ou reembolsos são considerados movimentos legítimos, desde que o contribuinte possua comprovantes para justificar os valores, caso seja necessário.
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