Transmitida por mosquitos, doença geralmente não apresenta sintomas, mas pode causar complicações neurológicas em casos mais graves
A confirmação de casos de Febre do Nilo Ocidental no Brasil reforçou a atenção para a doença, transmitida principalmente pela picada de mosquitos do gênero Culex, conhecidos como pernilongos. As aves são os principais hospedeiros do vírus, enquanto humanos e cavalos podem ser infectados de forma acidental.
Cerca de 80% das pessoas infectadas não apresentam sintomas. Nos casos sintomáticos, podem ocorrer febre, dor de cabeça, dores musculares, náuseas, vômitos e manchas na pele. Em uma pequena parcela dos pacientes, porém, a doença pode evoluir para complicações neurológicas graves, como meningite e encefalite.
Não existe vacina de uso humano nem tratamento específico contra a doença. A prevenção inclui o uso de repelentes, telas em portas e janelas e a eliminação de locais com água parada, que podem favorecer a reprodução dos mosquitos.
Foto: MS/Divulgação


