Dados da Secretaria de Estado da Saúde mostram que foram 184 casos da doença em 2024.
Os casos de coqueluche, conhecida também como “tosse-comprida”, cresceram na região de Campinas em 2024.
Foram registrados 184 casos, contra oito em 2023, segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde. Isso representa uma alta de 2.200%.
Os números condizem ao total de registros nos 42 municípios que integram o Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de Campinas.
De acordo com a pasta, apesar da alta no número de casos, não foi registrado mortes pela doença.
Sobre a doença
A coqueluche, também conhecida como “tosse-comprida”, é uma infecção respiratória, transmissível e causada pela bactéria Bordetella Pertussis.
A transmissão pode ocorrer pelo contato com a pessoa doente, por meio de gotículas eliminadas por tosse, espirro ou ao falar. Além disso, a doença pode ser transmitida também por meio de objetos contaminados com secreções de pessoas com a doença.
O Ministério da Saúde reforça que a vacinação é o principal meio de prevenção.
Crianças de até 6 anos, 11 meses e 29 dias devem ser vacinadas contra a doença. O SUS (Sistema único de Saúde) oferece também a vacina recomendada a gestantes (para cada gestação), parteiras, profissionais da saúde e estagiários que atuam em maternidades, berçários e unidades de internação neonatal.
Apesar da alta no número de casos, não foi registrado mortes pela doença
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