Leqembi é indicado para estágios iniciais da doença e pode retardar o declínio cognitivo e funcional
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso do Leqembi, novo medicamento destinado ao tratamento da doença de Alzheimer em estágios iniciais. O fármaco representa um avanço no combate à enfermidade ao atuar na desaceleração da progressão da doença, reduzindo a destruição de áreas do cérebro relacionadas à memória e à cognição.
Produzido a partir de um anticorpo monoclonal, o medicamento age na remoção das placas beta-amiloides do cérebro, consideradas um dos principais fatores envolvidos no avanço do Alzheimer. Apesar de não representar uma cura, o tratamento tem potencial para retardar o declínio cognitivo e funcional dos pacientes.
A indicação do Leqembi é voltada a pessoas com comprometimento cognitivo leve ou demência leve causada pela doença. Nesses casos, o uso do medicamento pode contribuir para a preservação da autonomia e da qualidade de vida, especialmente quando iniciado de forma precoce.
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