Período de estiagem começa na região de Campinas e cidades já enfrentam falta de água

Período seco vai de maio a setembro e exige economia, prevenção a incêndios e atenção à saúde

A Região Metropolitana de Campinas entra no período de estiagem, tradicionalmente registrado entre os meses de maio e setembro, podendo se estender até outubro. A época é marcada pela redução das chuvas, baixa umidade relativa do ar, diminuição da vazão dos mananciais e aumento do risco de queimadas.

Em 2026, o cenário já preocupa alguns municípios da região, que começaram a registrar dificuldades no abastecimento e relatos de falta de água em bairros específicos. A combinação entre menor volume de chuvas e aumento do consumo acende o alerta para os próximos meses.

No fim de abril, a região enfrentou dias mais secos, embora haja previsão de retorno de pancadas de chuva e trovoadas. Ainda assim, especialistas alertam que as precipitações pontuais não costumam ser suficientes para reverter os impactos típicos da estação seca.

O Governo do Estado também costuma intensificar, entre 1º de maio e 30 de setembro, a Operação Estiagem, com ações preventivas e monitoramento de áreas vulneráveis a incêndios florestais e problemas de abastecimento.

Em abril deste ano, focos de incêndio já foram registrados em Campinas e Santa Bárbara d’Oeste, reforçando a necessidade de cuidados redobrados nos próximos meses.

A Prefeitura de Paulínia também divulgou orientações à população para enfrentar o período seco. Entre as recomendações estão evitar queimadas para limpeza de terrenos, prática considerada crime ambiental, não soltar balões e acionar a Defesa Civil ou o Corpo de Bombeiros em caso de fumaça ou focos de incêndio.

Outras dicas incluem reforçar a hidratação ao longo do dia, umidificar ambientes, evitar atividades físicas nos horários mais secos e redobrar a atenção com crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios.

A administração municipal também orienta o uso consciente da água, evitando banhos demorados, lavagem de calçadas e carros com mangueira, reaproveitando água sempre que possível e observando possíveis vazamentos.

Foto: Reprodução / EPTV

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